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Junta-te à tribo dos sexUtópicos

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O sexUtopia já tem uma twibo - um grupo do twitter, na página do twibes. Em http://www.twibes.com/group/sexUtopia, podes juntar-te a este grupo, para fazeres parte da discussão à volta da sexualidade, que aqui acontece. Se tens uma conta no Twitter e queres fazer parte desta twibe, basta ires à página da tribo. Clicando em join, passas a fazer parte deste grupo. Se preferires, podes publicar um tweet com http://twibes.com/sexUtopia e passas automaticamente a fazer parte. Depois, sempre que publicares um tweet com as palavras "sexutopia", "sexualidade" ou "sexo", ele aparece na página da Twibe. Podes também actualizar o Twitter directamente da página do Twibe, e nesse caso o tweet (mesmo sem nenhuma daquelas palavras), é publicado na página da http://twibes.com/sexUtopia. Explicar é mais complexo do que fazer (como noutras coisas). Por isso, visita a página desta tribo e decide se queres ser um sexUtópico. Contamos com a tua participação.

o azul e o mentol

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És daltónico?
Tens a certeza que consegues distinguir bem os verdes dos azuis? A pergunta impõe-se porque decidi experimentar o lubrificante que me recomendaste. Primeiro fui a uma Área Saúde, não havia. Depois atravessei a cidade à hora de ponta (que não é muito grande, a cidade, mas a ponta é bastante comprida e demorada) e fui à farmácia. Pedi o lubrificante Play azul. Dirigi-me a casa para fazer uma surpresa ao meu amor que já estava à minha espera. A fila de trânsito interminável deu-me tempo para ler a literatura da embalagem. Não dizia que provocava efeito refrescante, era só "intensificador de prazer" ou qualquer coisa do género. Mais abaixo dizia então para experimentar também a versão calor e a versão refrescante. Ora bolas, trouxe o frasco errado! E foste TU que me induziste em erro. Depois lembrei-me do centro comercial a caminho de casa, pus-me a inventar caminhos estranhos para fugir ao trânsito e lá cheguei. Reparei que no supermercado o lubrificante era dois euros mais caro que na farmácia e decidi visitar farmácia do centro. Finalmente encontrei o que queria, o lubrificante refrescante e… VERDE! Quando muito, verde azulado, mas VERDE! Levei-o. Já eram horas de jantar quando cheguei a casa, mas depois de saciar a fome e tomar um banhinho, lá fomos fingir que víamos um filme, que não por acaso era bastante aceso (Lie with me, recomendado por uma amiga, mas não me perguntes se era bom porque não vi metade e achei-a fraquita). Pegámos no frasco VERDE e lá experimentámos um pouco ao de leve, no meu sexo. Assim que aquilo tocou na pele mais sensível, ardeu que se fartou. Qual fresco, qual carapuça, parecia piri-piri! (Não que eu já tenha experimentado piri-piri ali, mas se faz o efeito que faz na boca, imagina no sexo!) Comecei a abanar-me, a tentar fazer-lhe chegar ar fresco, mas não resultou. NÃO TE RIAS, NÃO TEM PIADA NENHUMA! Apeteceu-me gelo, mas como havia mais gente em casa, não queria explicar porque é que precisava de gelo em pleno inverno. Fui para a casa de banho passar o sexo por água fria e finalmente encontrei algum alívio. Sabes aquele efeito de chupar rebuçados de mentol e beber água a seguir? Imagina esse efeito nas partes íntimas. Deviam explicar que aquilo resulta muito melhor quando combinado com água fria. Após esta experiência, decidi moderar a quantidade e assim correu tudo lindamente. Às tantas já só cheirávamos a mentol, as mãos, as bocas, as mamas… Agora já sei, sempre que quiser dar uma queca com sabor a mentol… Ainda sinto o cheiro e o sabor na junção dos dedos…

Depois experimentei o azul. A textura é muito melhor, mais densa, tipo gel, assemelha-se bastante aos fluidos naturais. Não tem cheiro, é transparente, fresquinho, mas não refrescante, funde-se bem com a pele, é muito eficaz.
O mentol funciona lindamente no verão, combinado com um duche de água fria. Então se depois usares um óleo de massagem de cacau... estás a ver After Eight?

Tanto um como outro funcionam lindamente com preservativos porque são à base de água.
Andei a consultar os sites da Durex, e encontrei alguns links interessantes, se quiseres, dá uma olhada:

Have fun!

a minha amiga Gigi Lelo

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Ela veio ter comigo por um feliz acaso. Não que eu não a tivesse desejado e escolhido, mas ao sugerir um presente, estava longe de imaginar que viesse a ser o meu presente.

Ela não poupa na forma como se apresenta e causa realmente boa impressão, mas o mais importante é a eficácia. Uma textura muito suave reveste-lhe o corpo duro. Vários modos de vibração, de intensidade regulável. O primeiro, sempre vibrante e três modos intermitentes, cada um mais rápido que o outro e o modo ondulante, que vai crescendo de intensidade até ao máximo e volta ao início. Não é difícil conseguir a cadência pretendida, mas seria ainda mais fácil se os controlos fossem um pouco mais salientes, para poder comandar apenas com o tacto.

As suas curvas arredondadas fazem dela uma excelente massagista para todo o corpo. Apesar da marca a classificar como produto da linha feminina, não vejo razão para que ela não possa ser amiga de um homem, já que o seu design permite facilmente estimular a próstata. Sobre o ponto G, o estímulo é preciso, ajustável ao milímetro. A superfície plana da ponta faz realmente a diferença.

Poder combiná-la com companhia humana e/ou outros brinquedos. Colocar a cabeça vibrante no clítoris expectante ou à entrada do ânus ávido de prazer enquanto acontece a penetração. É também muito boa na dupla penetração, contagiando ambos os corpos com a sua vibração. Combiná-la com criatividade e imaginação.

Poder demorar-me. Com ela, não há urgência a não ser que eu queira. A cómoda bateria recarregável permite descontrair e saborear a vibração contagiante até ela adormecer cá dentro.

É mais pequena do que eu tinha imaginado, mas não precisa de ser maior, adapta-se perfeitamente à anatomia do corpo, e mantém-se no sítio sem ajuda das mãos, mesmo com os músculos contraídos, permitindo uma vasta liberdade de movimentos ao encontro do prazer.

Muito simpática esta Gigi, entusiasmante. Diria mesmo apaixonante…

Bob, da Lelo

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No último fim-de-semana, entrei numa sex-shop em Lisboa com uma amiga. Além de shows de strip a que se podia assistir em cabines, havia a habitual parafernália de dildos, vibradores e outros acessórios. A maior parte dos sex toys disponíveis eram dildos cor de pele, imitando pénis. A minha amiga achou que não havia nada de interessante à vista. De facto, aqueles dildos tinham um aspecto muito pouco convidativo, que as embalagens apenas realçavam. O aspecto de plástico reles não inspirava confiança nem tinha o mínimo apelo erótico.

Ontem recebi, da Lelo, o plug masculino Bob, de cor bordeaux. Assim que abri a caixa, tornou-se evidente que estava perante algo de muito diferente dos acessórios que encontrei naquela sex-shop. A embalagem tem a cor do plug, bordeaux escuro, e manifesta um enorme bom gosto. Se a embalagem exterior é elegante e discreta, a caixa em que o Bob é fornecido é de irrepreensível elegância. Uma caixa preta, a fazer lembrar as caixas das jóias de luxo. O cuidado com a embalagem, o design simples e apelativo, sugeriam desde logo que este acessório é uma excelente escolha como prenda para uma pessoa especial. Mas ao abrir a embalagem e, mais tarde, experimentar, percebi que não são só as linhas cuidadas que fazem do Bob um brinquedo interessante. 

O material de que é feito o plug é surpreendentemente macio. Além disso não tem o toque frio do plástico. O Bob é feito de silicone sem phtalates, o que o torna seguro e adequado aos jogos eróticos. Alguma flexibilidade faz com que se torne bastante confortável e fácil de usar. Devo salientar como é macio e acetinado o toque: assim que segurei e toquei neste plug, quis experimentá-lo. Dentro da embalagem vem um pequeno manual de instruções, com dicas e sugestões sobre o uso do plug, bem como a garantia de um ano. Há ainda uma pequena bolsa de cetim para transporte. Tendo as informações necessárias e a curiosidade aguçada, decidi experimentá-lo.

Este tipo de acessórios devem ser lavados antes e depois de ser usados. Nada de limpar com toalhetes ou qualquer papel ou material que tenha acetona, álcool ou outro material que possa danificar a superfíce do plug. Apenas água e sabonete (de preferência anti-bacteriano) é suficiente, e depois a limpeza com uma toalha seca e limpa. Lubrificantes à base de silicone também são desaconselhados. O KY ou outro lubrificante à base de água são o ideal. O que tenho de momento foi comprado numa farmácia -  e aconselho vivamente a compra numa farmácia, já que os farmacêuticos nos podem aconselhar da melhor forma, além de que os produtos que estão à venda numa farmácia têm uma garantia de qualidade que algumas sex-shops não podem oferecer.


Como qualquer plug, o Bob é mais largo na extremidade e depois mais estreito, fazendo com que fique preso no lugar. O formato deste plug da Lelo é muito apropriado para quem, como eu, não tem grande experiência de uso destes acessórios em si próprio. Não sendo muito largo, apenas 32mm, é fácil de introduzir. A sua curva foi pensada para que a estimulação da próstata seja fácil e confortável. Para obter informações sobre a estimulação da próstata, o "ponto G" masculino, aconselho a leitura deste artigo da AskMen. Antes de se passar à introdução, o ideal é espalhar um pouco de lubrificante na zona do ânus. Esta tarefa pode ser bastante agradável com um(a) parceiro(a). Para relaxar os músculos do esfíncter, aconselho que se brinque com um dedo junto à entrada, e se enfie devagar o dedo, percebendo como se contraem os músculos. Na verdade, relaxar os músculos para permitir a introdução, é bastante fácil. Pode treinar-se com um dedo. Quanto o dedo tiver entrado, basta fazer força, ligeiramente, para fora. Ao fazê-lo, os músculos abrem-se um pouco. Depois de brincar com o dedo, não é necessário ter pressa. Se é a primeira vez, é natural alguma contracção e falta de à-vontade. De qualquer forma, o Bob é estreito o suficiente para que introduzi-lo seja bastante agradável e nada complicado. Antes de se introduzir completamente, podemos espalhar mais lubrificante, espalhar algum sobre o plug e enfiar muito devagar o plug no ânus. Depois de entrar a extremidade e havendo suficiente lubrificação, muito facilmente se passa a parte mais larga, entrando o plug e encaixando suavemente.

A curva foi pensada para estilumar a próstata, por isso é aconselhável que se introduza o plug com a curva para cima, apontando para o estômago. A argola, na extremidade oposta à que é introduzida, permite a manipulação de forma prática e confortável. Ainda não experimentei, de forma muito consistente, a estimualação do ponto G masculino. Mas pude notar como é agradável a masturbação tendo o plug no sítio. As habituais contrações da zona pélvica transmitem sensações muito agradáveis. Enquanto me masturbava, sentia a pressão dos músculos do esfíncter à volta do plug. É possível rodar o Bob, enquanto se estimula directamente o pénis, o que multiplica as sensações de prazer. O formato do Bob é bastante interessante, já que não é totalmente redondo, o que faz com que se sinta de forma bastante evidente e deliciosa o seu volume dentro de nós.

Embora tenha sido produzido a pensar nos homens, nada impede que seja usado pelas mulheres. A sua curvatura sugere que a estimulação do ponto G, numa mulher, será possível e interessante. Além disso, como plug anal, é muito interessante a sua inclusão nos jogos eróticos, podendo ser introduzido no ânus da mulher enquanto esta é penetrada vaginalmente, ou o contrário. Há um cuidado essencial a ter sempre: depois de introduzir o plug no ânus, não deve ser introduzido na vagina antes de ser lavado com água e sabonete anti-bacteriano. Como é um plug, e perfeito para quem se inicia no sexo anal, por ser estreito e confortável, é uma boa maneira de fazer algum "anal training", visto que ajuda a relaxar os músculos que naturalmente se contraem quando não se tem experiência em sexo anal. É uma forma divertida de treinar a sensação de se ser penetrado analmente e de perceber quais os movimentos correctos para ajudar à penetração.

O plug Bob, da Lelo, existe em azul e bordeaux e custa 34 euros, podendo ser adquirido online.

pequenas mortes e renascimentos

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Beautiful Agony is dedicated to the beauty of human orgasm. This may be the most erotic thing you have ever seen, yet the only nudity it contains is from the neck up. That's where people are truly naked.

sex is music is sex

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Lovage - Sex (I'm A)

Ver para querer

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Da sábia e didáctica Tristan Taormino, o filme: "Expert Guide to the G-Spot". É possível ver o trailer aqui.

E, ainda, em alternativa à masturbação

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Há sempre a possibilidade de ter sexo com outra pessoa. Falando ainda de cremes e de sensações por eles causadas na pele, há um produto da KY chamado Yours+Mine. Trata-se de dois lubrificantes, um de cor azul para ele e um de cor violeta para ela. Obviamente, pode ser usado por dois eles ou duas elas. Eis o relato de uma consumidora: "(...)The way these two lubricants work together to enhance sexual pleasure is quite different from anything else on the market, at least anything that we have tried. The «Hers» makes the woman's vaginal area become cold and then when «His» lubricant is combined with "Hers" it creates a slight burning sensation. The burning sensation sort of reminds me of Icy Hot because of the tingly sensation that is created. The burning tingly sensation is not so intense that the mood is ruined though; it just enhances your womanly area to increase arousal and pleasure.(...)".

Sexo Anal por Aaliyah

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É um blogue. Fala de sexo anal. Tem esse atractivo enorme de não ser escrito por um especialista, como um sexólogo, mas por uma aficionada desta prática. Existe desde Maio de 2006 e tem fotos. Algumas, da autora.

A falácia da fêmea monógama - Henrique

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De todas as falácias que buscam justificar a monogamia por meio da biologia, talvez a mais convincente delas seja aquela que admite que os machos são polígamos por natureza, mas reafirma a monogamia das fêmeas.

O argumento é simples: os machos geralmente fazem um investimento parental bem menor que o das fêmeas e, por isso, as fêmeas seriam mais seletivas já que teriam muito mais a perder com a fertilização por um espermatozóide geneticamente inferior. Em outras palavras: para o macho, o que vier é lucro, já que produz milhares de espermatozóides e tudo o que precisa fazer para deixar uma prole satisfatória é copular com o maior número de fêmeas possível. Já para as fêmeas, que produzem um número de óvulos bem menor e ainda por cima precisam gestar o feto e cuidar do filhote recém-nascido, uma fecundação inadequada é algo grave o suficiente para recomendar um comportamento cauteloso na escolha dos parceiros.

A tese, tal como exposta, parece fazer bastante sentido mas no fundo não descreve a realidade sexual da maioria das espécies. Trata-se de uma interpretação moral do comportamento sexual dos animais a partir da visão machista de biólogos, em sua maioria homens.
(...)



The Queer Heterossexual - Tristan Taormino

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(...)All these advances have led to greater dialogue and diversity within LGBT communities. But they have also ushered in a new identity: the Queer Heterosexual. How does one spot a QH? In some cases, it's based on either one or both partners having non-traditional gender expressions, like she's tough-as-nails butch (yes, straight women can be butch—have you been to Montana?) and he's girlish and lets her take charge (which may or may not include bending over), or they actively work against their assigned gender roles. Some queer heterosexuals are strongly aligned with queer community, culture, politics, and activism but happen to love and lust after people of a different gender. I also consider folks who embrace alternative models of sexuality and relationships (polyamory, non-monogamy, BDSM, cross-dressing) to be queer, since labeling them "straight," considering their lifestyle choices, seems inappropriate. Then there are those folks who may be straight-looking and straight-acting, but you can't in good conscience call them straight.(...)



Tristan Taormino, no Village Voice - Maio de 2003