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Identidades / Identities

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«"Identities" is a sensitive and compelling documentary which explores the multicolored, multicultural transgender community in Ireland. Five personal stories give shape to the different but parallel worlds of transvestism, transsexualism, drag, sexual identity, and gender dysphoria. Intimate observational footage introduces us to the world of each character. Documented in a series of revealing black and white interviews, each narrative is preceded by a colour performance art piece, and more abstract self-representation. Personal histories charting hardship, rejection and discrimination will be placed in a wider social, political and religious context through these characters' personal experiences. At its heart, this is a film about the human spirit. Overcoming stereotype and categorization, the gender construct breaks open, allowing personality and human emotion a path to expression.»

O texto acima é a sinopse do filme tal como é apresentado no site CultureUnplugged. O filme é em língua inglesa (sem legendas) e apresenta vários exemplos do que é ser dragqueen, trans-género ou travesti hoje na católica Irlanda. Cada estória pessoal, filmada a preto e branco, é entremeada por uma performance artística, a cores, com uma linguagem perto da dos editoriais de moda.

Enjoy!/ Apreciem!



"Os Portugueses já têm Corpo"

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Identidade, Sexo e Género do ser Português - um artigo da Ípsilon aqui.

Sexos, guerras e identidade

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Não foi só durante os anos 60 que assumir a sexualidade era um acto político. Para gerações de feministas e de activistas dos direitos LGBT, a sexualidade foi sempre um componente essencial da identidade pessoal e colectiva, um terreno de exercício de liberdades e direitos, um aspecto do quotidiano que necessita de se emancipar de preconceitos e moralismos. Ser livre sexualmente não é ser libertino nem é ser conservador, não é ser poliamoroso nem defender a virgindade até ao casamento, não é ser-se uma coisa por oposição a uma outra, de valor civilizacional inferior. É poder exercer o eu, de acordo com o que se é, intimamente, poder estabelecer que horizontes são desejáveis, que princípios são importantes. Agora que muitas constituições salvaguardam a igualdade de direitos das mulheres em relação aos homens, dos homossexuais em relação aos heterossexuais, é evidente que da teoria (em que cada um vive de acordo com o que deseja para si e ninguém tem o direito de impor as suas ideias aos outros) à prática, vai uma distância que é forçoso percorrer.

O sexUtopia surge em 2008, altura em que os netos dos homens e mulheres que fizeram a revolução cultural e sexual dos anos 60 já são crescidos. Serão estas novas gerações a ensinar-nos o que fracassou, serão estes netos da revolução, que não conheceram o mundo sem SIDA, os portadores inevitáveis da esperança que neles conseguirmos depositar. Há algo que já não admitimos que nos seja retirado. A liberdade de falarmos sobre os assuntos que escolhermos. E aqui vai-se falar de sexo, de pessoas e relações, do desejo e do prazer, do corpo.