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Susannah Breslin - vaqueira invertida

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Entrou para a restrita lista de gurus do sexUtopia. Usa Twitter, Blogger e Tumblr. Deliciem-se.

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No son pocas las novelas que, al intentar internarse en la cartografía de la sexualidad masculina, empiezan, y con frecuencia terminan, con el desnudo femenino. Las formas y recovecos de cuerpo de la mujer, sus reacciones y características más nimias han formado parte del repertorio del casanova que, de tanto ver hacia fuera, y precisamente por hacerlo, invisibiliza su propio cuerpo. Muchas de las narraciones masculinas sobre la sexualidad masculina parten de ese básico supuesto (que en realidad es una treta): como el cuerpo masculino heterosexual es la regla básica, éste se disuelve en una transparencia omnipresente. Por eso es significativo que El Jardin Devastado de Jorge Volpi empiece bajo las sábanas, con un cuerpo enclenque que se repite: “Orino, luego existo”.

O Ecofeminismo em "Morbus Gravis", de Serpieri

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(...) As a metatheoretical perspective that provides a critique of many facets of Western culture, ecofeminism predicts global consequences of catastrophic proportion if current interrelated systems of oppression are permitted to continue to exist (see Bigwood, 1993; Caputi, 1993; Johnson, 1993; Plant, 1989; Plumwood, 1993; Vance, 1993). The exploration of ecofeminist themes within the context of a comic series that is rife with elements of horror and erotica is helpful in terms of gaining insight into how ecofeminism is represented to a demographic which would intuitively seem unreceptive to its overarching concern with systems of patriarchal oppression. McCloud (2000) observes that women and minorities have been vastly underrepresented in both comic art readership and production. Further, many comics (particularly erotic comics) present the reader with violent, degrading and frightening images of women (Horn, 1977; Laity, 2002). Thus, the question of how ecofeminist themes function within a comic text that is presumably read by white males who enjoy viewing sexually violent images of women becomes central to this project. (...)

Vadias

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O crepúsculo do ilícito


Tu, de tetas escorridas,
Com toda a tua calma,
A tua roupa interior manchada de nódoas, os teus
Braços caídos.
E esses teus dedos saciados pendendo
Da palma das mãos.

Os teus joelhos um para cada lado
São como duas esferas pesadas;
As rodelas sobre os teus olhos parecem
Vagens de lágrimas;
Presas às tuas orelhas,
Duas enormes argolas de ouro, horríveis.

O teu cabelo sem vida, espalmado numa trança
À volta da cabeça.
Os teus lábios, alongados por palavras sábias
Mas nunca ditas.

E na vida que vives, já o esgar
Dos mortos.

Vêem-te sentada ao sol,
Adormecida;
Lembrando a suave graça que costumavas ter
E não conservaste,
Lamentam como em ti estão sepultados
Os altares da luxúria. (…)

Enquanto as outras definham na virtude,
Tu foste vida.

Ver-te-emos a olhar o sol
Por mais alguns anos,
Tendo sobre os olhos rodelas que parecem
Vagens de lágrimas;
E duas enormes argolas de ouro, horríveis,
Presas às orelhas.

Djuna Barnes, in O Livro das Mulheres Repulsivas, ed. &ETC, 2007



Djuna Barnes (1892 - 1982) nasceu em 1892, em Cornwall-on-Hudson, Nova Iorque. Desde cedo, começou a publicar artigos de imprensa, com um cunho muito pessoal e totalmente alheios à chapa do convencional. Haveria de escrever para a Vanity Fair, a Charm e The New Yorker. Foi, aliás, na qualidade de jornalista, que – depois de ter passado por Nova Iorque – rumou a Paris, mesmo a tempo da tempestade modernista. Regressada à América, levaria uma vida de reclusão voluntária, no seu exíguo apartamento de Greenwich Village. Viria a morrer em 1982. Na sua obra avultam não só a poesia, mas também o teatro e a ficção, na qual merece destaque o romance Nightwood (que Eliot prefaciou), de 1936.



Foi, todavia, ainda em Nova Iorque que, em 1915, D.B. publicou o opúsculo que a & etc agora apresenta sob o título O Livro das Mulheres Repulsivas e traduzidos por Fernanda Borges. Trata-se de um breve conjunto de oito poemas acompanhados de cinco desenhos. São retratos de mulheres – a primeira das quais é a mãe da poeta –, marcados por uma dolorosa e sensual carnalidade, que avulta, conturbada, nos versos de Djuna Barnes – «Vemos os teus braços humedecerem/ Ao calor da paixão;/ Vemos a tua blusa húmida/ A palpitar ao ritmo/ Dos corações ardentes que ressumam aos teus pés.» (p.27) Há um sensualismo desassossegado, nestes versos: não pára no louvor, antes se afunda na queda anunciada, várias vezes encenada e exorcizada – «Cai trôpega na rima,/ Resvalando do ponto da virtude/ Para o do crime// Agora tem os lábios murchos como antes foram vivazes/ Na juventude» (p.43).



A escrita de The Book of Repulsive Women cruza os ambientes e cambiantes finisseculares com a sensibilidade moderna que animava o universo criativo da autora e cujo vendaval avassalaria o mundo artístico de então. Nos seus poemas cruzam-se os motivos típicos do decadentismo fin de siècle – «Com as pernas quase estranguladas/ Nas tuas rendas, continuarias/ Nas bocas do mundo até à loucura/ Gravada no teu rosto.» (p.25) – crivado já por um espírito do tempo que desmancha esses rodízios – «Agora ela caminha com seu andar bamboleante/ Ao lado do lixo da rua,/ Enrola-se sob um lençol sujo/ Algures na cidade.» (p.35) Parece-me que essa saída, esse percurso porta fora, que o poema leva a cabo, de certa forma – se calhar demasiado simbolicamente; se calhar, sou eu a ver mal –, marca um passo em direcção à modernidade. Lorca deambulou por Nova Iorque, com os seus poemas (cf. O Poeta em Nova Iorque); Eliot flanou pelas ruas da cidade (cf. Pruffrock), descendente hipercivilizado, sobrecarregado, de Baudelaire, que iniciara o passeio convulso. E assim fazem os que, hoje, não entendem que não podem ser já assim, os que continuam, em vão, a passeata, já derreadas as solas poéticas e os olhares enviesados dos poemazinhos.

(Hugo Santos, respigado do blog Rascunho)

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Djuna Barnes

Sessão de poesia. Por Nuno Meireles e Júlio Gomes

Domingo, dia 14 de Dezembro, 18h

Gato Vadio, rua do rosário 281 Porto

(mail de divulgação d0 Gato Vadio)

Orgasmos femininos - diferentes tipos

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Types of Orgasms:
I found this description of different types of orgasms described by sexologist Betty Dodson on about.com here. Besides clitoral orgasms (orgasm through clitoral stimulation) and vaginal orgasms (orgasm by vaginal penetration), she describes these additional types of orgasms below.

Pressure orgasms. Dodson ties these to early childhood experiences rocking back and forth or masturbating by squeezing your legs together. This orgasm comes from indirect stimulation, no rubbing, but instead applying pressure (by leaning heavily against or on something). As children we may engage in this kind of self soothing and sex stimulating behavior even if it doesn’t result in an orgasm the way we think of them as adults. A study published in the journal Pediatrics in 2005 took note of this very common form of self-stimulation, particularly in young girls. Some adults may bring this behavior into their sex lives and have orgasms from it. 

Tension orgasmsThis is the orgasm that comes from direct and intense stimulation usually while you are holding your body and muscles tight and tense, and holding your breath. Dodson considers tension orgasms the most common, favored because they are quick and dirty. She also calls them “peak orgasms” as they offer an intense build up followed by a sudden release. Tension orgasms could be our default because of early sexual experiences, which are often secretive and quick. It’s often been suggested that for men, premature ejaculation is a result of learning early on how to get aroused and orgasm quickly. For women too, early experiences can influence later ones, and Dodson encourages people to try to experience more orgasms beyond these, even if they do do the trick. 

Relaxation orgasms. Dodson describes this type of orgasm as coming not from a build up of tension, but from deep relaxation during sexual stimulation, where you continue to release tension and relax your muscles and eventually the orgasm sneaks up on you. As opposed to the “peak orgasm” Dodson cites Shree Rajneesh, a master and author of Tantra, Spirituality and Sex , who refers to these kinds of orgasms as “valley orgasms”. 

Combination or blended orgasms. Ideally orgasm is a fluid process (no pun intended) and if sex play lasts long enough you’ll get to enjoy more than one experience during orgasm, which we can call a combination orgasm. For Dodson, who has been teaching women to orgasm for over 30 years, combination orgasms involve a specific set of actions, including: “clitoral stimulation, vaginal stimulation, PC muscle contractions, pelvic thrusting, and breathing out loud.” One could broaden this definition to include orgasms that offer a variety of experiences and opportunity for you to pay attention to the different waves of orgasmic feelings

Multiple orgasms. (FMO's!) While female multiple orgasms are more often talked about, both men and women are capable of having multiple orgasms. Dodson distinguishes between multiple orgasms and the “aftershocks of pleasure” that follow a big orgasm, which some people might call orgasms, and which allows them to count 20 or 30 orgasms a night. One of the pitfalls of multiple orgasms is the trap of waiting for them and having anxiety about whether or not you’ll have them. Do either of these things and your attention will be taken away from the pleasure you’re feeling, which is a waste of an orgasm whatever number it comes in. 

G-spot orgasms. The g spot debate is far from over, and while Dodson doesn’t discount them, she favors clitoral stimulation at least being in the mix, and offers a wary attitude to those who argue for orgasms that come from penetration alone. Nonetheless, many women report orgasms that come from g spot stimulation being fundamentally different from orgasms that come from other kinds of stimulation, and given the number of women who have written and talked about it, they certainly deserve a place in the orgasm encyclopedia. 

Fantasy orgasms. Dodson largely discounts the idea of orgasms that result from mental stimulation alone(which is not surprising given her belief in the supremacy of clitoral stimulation). In fact there have been several studies and years of anecdotal reports by women who have orgasms without any physical contact, and from mental fantasy alone. There is a tendency by many to see orgasms from fantasy as being less than other kinds of orgasms, but this attitude seems to come mostly from rigid thinking about the right and wrong way to orgasm, and less from people’s personal experiences. 

Sources:
Dodson, Betty. Orgasms for Two. New York: Harmony Books, 2002.

A falácia da fêmea monógama - Henrique

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De todas as falácias que buscam justificar a monogamia por meio da biologia, talvez a mais convincente delas seja aquela que admite que os machos são polígamos por natureza, mas reafirma a monogamia das fêmeas.

O argumento é simples: os machos geralmente fazem um investimento parental bem menor que o das fêmeas e, por isso, as fêmeas seriam mais seletivas já que teriam muito mais a perder com a fertilização por um espermatozóide geneticamente inferior. Em outras palavras: para o macho, o que vier é lucro, já que produz milhares de espermatozóides e tudo o que precisa fazer para deixar uma prole satisfatória é copular com o maior número de fêmeas possível. Já para as fêmeas, que produzem um número de óvulos bem menor e ainda por cima precisam gestar o feto e cuidar do filhote recém-nascido, uma fecundação inadequada é algo grave o suficiente para recomendar um comportamento cauteloso na escolha dos parceiros.

A tese, tal como exposta, parece fazer bastante sentido mas no fundo não descreve a realidade sexual da maioria das espécies. Trata-se de uma interpretação moral do comportamento sexual dos animais a partir da visão machista de biólogos, em sua maioria homens.
(...)



The Queer Heterossexual - Tristan Taormino

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(...)All these advances have led to greater dialogue and diversity within LGBT communities. But they have also ushered in a new identity: the Queer Heterosexual. How does one spot a QH? In some cases, it's based on either one or both partners having non-traditional gender expressions, like she's tough-as-nails butch (yes, straight women can be butch—have you been to Montana?) and he's girlish and lets her take charge (which may or may not include bending over), or they actively work against their assigned gender roles. Some queer heterosexuals are strongly aligned with queer community, culture, politics, and activism but happen to love and lust after people of a different gender. I also consider folks who embrace alternative models of sexuality and relationships (polyamory, non-monogamy, BDSM, cross-dressing) to be queer, since labeling them "straight," considering their lifestyle choices, seems inappropriate. Then there are those folks who may be straight-looking and straight-acting, but you can't in good conscience call them straight.(...)



Tristan Taormino, no Village Voice - Maio de 2003