Hábitos Sexuais dos Leitores do sexUtopia

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ATENÇÃO
Esta sondagem foi temporariamente suspensa. Uma pessoa amiga, ao responder ao inquérito, encontrou diversas incorrecções, quer na forma, quer na abordagem, além de que não era perguntado o sexo do inquirido, o que só por si empobrecia a qualidade dos resultados obtidos. Nos próximos dias, vou procurar, com ajuda de quem entende da área, corrigir o que tem de ser corrigido, mudar o que tem de ser mudado. Espero que em breve a sondagem regresse, revista e aumentada. Obrigado pela paciência.
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Pedimos a tua participação nesta sondagem. Embora se chame "Hábitos Sexuais dos Leitores do sexUtopia", é aberta a todos os maiores de 16 anos que queiram participar. Demora pouco mais de cinco minutos a completar. É completamente anónima. Podes participar através da caixa que vês aqui em baixo. Mas, se preferires, podes abrir outra janela do browser, para uma melhor visualização.




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Há várias formas de divulgar esta sondagem junto de quem conheces. Podes enviar o link deste post: http://sex-utopia.blogspot.com/2009/07/habitos-sexuais-dos-leitores-do.html Se quiseres podes partilhar o link directo para a sondagem: http://www.survs.com/survey?id=EM22Y62F&channel=QQ6A7KGYPO Podes usar o Twitter, o Facebook, o email ou qualquer outro meio para divulgar esta sondagem, é bem-vinda a tua ajuda para que o máximo de pessoas participem, por forma a ser representativa a amostra da população. A sondagem irá ficar aberta durante cerca de um mês, estando previsto o seu fim no fim do mês de Agosto. Os resultados serão publicados em meados de Agosto.

Pornografia na Ucrânia

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«Ukraine bans porn possession. At the beginning of July, owning porn became a criminal offense in the Ukraine. President Viktor Yushchenko agreed to sign the bill that would result in fines and three years in prison for offenders.

Only material kept “for medical purposes” is allowed. (Does that mean one can claim to have a cold that only Bel Ami can cure?)

Free-speech proponents and human-rights activists argued the bill was too broad; pornography was not even defined in the bill, leaving the law at the discretion of the police and judges.

Lawmaker Hennadiy Moskal said critics have nothing to fear, and the new law will not be abused. “I am sure that number of cases won’t increase,” he said.» [Via]

Se pode ter uso médico, será a Pornografia assim tão nefasta para a sociedade?

impulso

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quero, Quero, QUERO!!!

+ info

The Sun - "Romantic Death"

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<a href="http://www.joost.com/08201iz/t/The-Sun-Romantic-Death-Video">Romantic Death</a>

Vídeo da banda The Sun, usando imagens do site "Beautiful Agony"

Por mares nunca antes navegados,...

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Este site disponibiliza um muito divertido mapa sexual. Aqui podemos passear desde as zonas mais comuns até aos sítios que devem ficar por explorar. Tem uma função que permite colocar uns pins, com cores diferentes para indicar as zonas que se visitou e gostou, que não se gostou, que são destino a ir ou que ficarão sempre por visitar. Eu fiquei com um mapa com mais verdes que vermelhos, com uma parte azul pequena e uma imensa área negra. E o seu?



a «imergência» da pornografia

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A Walpaper.com convidou o artista Roobie Cooper a fazer um trabalho sobre pornografia e voyeurismo. O resultado foi este video, intitulado «Immersion», onde se podem ver os momentos de supremo êxtase de homens e mulheres amantes do género.



A «jouissance» masculina e feminina segundo Lacan

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«[...] in the 1970s, especially in Seminar XX (1972–1973), Lacan brings to the forefront his distinction between masculine and feminine jouissance. Although he had discussed jouissance in conjunction with femininity as early as 1958, it is only in Encore that Lacan first comes to speak of a qualitatively different type of feminine jouissance. He posits feminine jouissance against that of the phallic, termed the "jouissance of the Idiot" (1998, p, 81). In Encore, Lacan defines phallic jouissance (which he sometimes refers to as sexual jouissance) as that which "is marked and dominated by the impossibility of establishing as such … the One of the relation 'sexual relationship'" (1998, p. 6–7). Lacan's use of the term One refers to mathematical logic (Frege), to the Platonic myth of the lovers' unity in the Symposium, and to the (presumed) unity of the (male) subject in a philosophical sense. Phallic jouissance is thus seen as a barrier to these forms of unity. Or, to put it another way, "[P]hallic jouissance is the obstacle owing to which man does not come … to enjoy woman's body, precisely because what he enjoys is the jouissance of the organ.… Jouissance, qua sexual, is phallic—in other words, it is not related to the Other as such" (1998, pp. 7 and 9). The term Other here refers both to the linguistic Other and to the Other sex—woman. It is precisely man's experience of phallic or sexual jouissance that "covers or poses an obstacle to the supposed sexual relationship" (1998, p. 9).

Although women have, according to Lacan, access to a jouissance that is beyond the phallus, men, by virtue of the fact that it is "through the phallic function that man as whole acquires his inscription" (1998, p. 79), have to make do with inadequate phallic or sexual jouissance, one that causes him to be unable to "attain his sexual partner … except inasmuch as his partner is the cause of his desire" (1998, p. 80). A further cause of the inadequacy of phallic jouissance is its incompatibility with feminine jouissance, thus posing an obstacle to the sexual relationship.

Feminine jouissance differs from masculine or phallic jouissance through its relation to the Other, especially the Other sex, which for Lacan means woman. Although in his earlier work, Lacan attributed to women a jouissance associated with the phallic stage and the clitoris (1977, p. 282), his work of the 1970s moved away from that position. In particular, Lacan posits for women a specifically feminine jouissance that is "beyond the phallus" (1998, p. 74). Women have access both to phallic, or sexual, jouissance, and to a supplementary form of jouissance by virtue of being not wholly subsumed by the phallic function as men are: "being not-whole, she has a supplementary jouissance compared to what the phallic function designates by way of jouissance" (1998, p. 73). It is, however, impossible to know anything about this other jouissance other than that some women (and men) experience it. Lacan's paradigmatic example of feminine jouissance is that of mystics such as Hadewijch d'Anvers, Saint John of the Cross, and Saint Teresa, thus relating feminine jouissance to God. As he asks in relation to mysticism, "Doesn't this jouissance that one experiences and knows nothing about put us on the path of existence? And why not interpret one face of the Other, the God face, as based on feminine jouissance?" (1998, p. 77).

In his later uses of the term jouissance, one can see just where Lacan parts ways with Freud. First, in his claim that "there is no sexual relationship," Lacan asserts the inherent failure of genital sexuality, which Freud did not do. Finally, through his description of a specifically feminine jouissance, one that implies a different type of sexual satisfaction for women, Lacan's later work does away with Freud's notion of libido's being only masculine.»


Mais sobre o conceito Lacaneano de Jouissance aqui.

pornófilos do mundo, eis a cura!

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Pornography addiction treatment is available for those people who can’t stop looking at porn. Someone who has never had a porn addiction may think it’s rather funny but it’s not something to take lightly. It is a serious problem that deserves a real treatment at a treatment center for pornography.


Um site que promete a cura para o vício da pornografia.

Resultados da sondagem - Ser virgem é:

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ser puro
1 (11%)
ser inocente
0 (0%)
ser inexperiente
1 (11%)
ser casto
0 (0%)
ter o hímen intacto
2 (22%)
nunca ter feito sexo
1 (11%)
nunca ter sido penetrado
0 (0%)
nunca ter tido um orgasmo
0 (0%)
não ter experiências sexuais
0 (0%)
não pensar em sexo
0 (0%)
não se masturbar
0 (0%)
apenas um conceito
3 (33%)
uma construção
2 (22%)
um mito
2 (22%)

Votos apurados: 9
Sondagem fechada

Literatura e ilustração erótica

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Eis um muito interessante site que reúne informação vária sobre literatura e ilustração erótica dos séculos XIX e XX. Aqui é possível consultar uma vasta lista de autores, ilustradores, obras e editoras. É de especial interesse a breve resenha dedicada à história da censura da produção cultural tida por obscena, completada por uma práctica cronologia.

THE EROTICA BIBLIOPHILE

Martin van Maele, Gravura de ilustração da edição de 1926 de "L'Historie Comique de Francion" (1623) de Charles Sorel.

Distribuição gratuita de preservativos nas escolas secundárias

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No noticiário da noite emitido ontem pelo canal SIC (20/5/09) foi anunciado que o Parlamento está a discutir a distribuição de preservativos nas escolas portuguesas. Foi-nos indicado que tanto o PSD como o CDS se opõem à medida, pese embora por razões diferentes. Dos outros partidos não se falou.

É entrevistada uma senhora, que não é identificada, a que somos obrigados a presumir que é directora de uma escola. Mas uma vez que surge ao lado de um crucifixo, probido em escolas públicas, apenas podemos concluir que se trata de um colégio privado e de inspiração católica. É sua opinião que os preservativos não devem dados gratuitamente porque não somos um país rico e há uns certos estudos que dizem que a medida é contraproducente.

De seguida foram entrevistados alguns pais e jovens de forma a ter uma possível amostra das várias opiniões dos visados pela lei.

Por fim entrevistam os representantes das três religiões do livro (católica, judaica e mulçulmana) que, em uníssono, se opuseram à ideia.

E as minhas questões são:

1- Porque razão se entrevista uma directora de colégio católico e não de uma escola pública?
2-Porque razão não se explica na peça que, se quisermos ver a questão numa óptica estritamente economicista, fica mais caro ao Estado pagar os tratamentos das doenças associadas ao vírus do que distribuir preservativos?
3-Porque é que num país republicano e laico, se deu voz a representantes da Igreja num assunto que é de Estado e de Saúde Pública?
4 -Porque é que não foram entrevistados profissionais de saúde nem representantes das principias associações de combate à SIDA?


5 -
Todo este atentato terá sido por motivos ideológicos ou apenas mau jornalismo?

Veja-se a peça:


Os "Comics" e os Estudos do Género

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No nº 4 de Image and Narrative dedicado ao tema dos Estudos do Género, encontramos dois artigos que escolhem a banda desenhada como objecto de análise.

O primeiro foi escrito por Trinna Robbins, que toma como campo de estudo as representações de homens e mulheres na B.D. americana do século XX. A autora defende que houve uma paulatina mudança nessas representações ao longo dos anos. Dos funnies do início do século onde as mulheres eram apresentadas como lindas e perfeitas enquanto os homens eram desenhados com formas quase grotescas; passa-se, em meados do século, a representar tanto as mulheres como os homens de forma caricata ou como esterótipo numa pretensão de realismo. Numa época mais recente nos comics - a banda desenhada de super-heróis - surge uma hiper-sexualização dos géneros. As formas sexuais são evidenciadas: nas mulheres os peitos crescem e as cinturas tornam-se mais finas, as roupas tornam-se mais reveladoras e provocantes.

De certa forma, tal acabou por ser como que um retrocesso à imagética do início do século. A hiper-sexualização dos homens tornou-os quase grotescos: massas de músculos que se multiplicam até a deformidade, como o caso da figura de HULK. Já as mulheres continuam, estranhamente, belas. E digo estranhamente porque também elas têm as proporções alteradas, com pernas demasiado compridas e cinturas espartilhantes.


Fig.1

Porém há que ter em atenção que, destinados sobretudo a adolescentes, estes livrinhos têm uma função tintilante de erotismo velado e, por isso, autorizado. Esse erotismo velado é estudado, no segundo artigo, por Paul Bleton, que se interessa por decifrar quais os mecanismos dos mal-entendidos na B.D e de como estes se traduzem nas questões de género.

Para estes autores, o maior perigo destas BD é a contrução de padrões irrealistas do que são as características de género e de identificação sexual. A meu ver, tal não se sucede. Veja-se as imagens em baixo. A primeira mostra uma das representações canónicas da WONDER WOMAN (fig.1), a segunda algumas interpretações feitas for leitores e fans da heroína (fig.2). O dismorfismo sexual é claramente reduzido ou até mesmo extinto, não deixando de ser representações de mulheres sexualmente atraentes.

Fig.2 [via]

Talvez os autores esqueçam que a principal função da B.D. é a de nos fazer esquecer do mundo real e de nos transportar para um mundo de fantasia. Mundo esse que não é, necessariamente, aquele onde nos revemos. Os leitores sabem perfeitamente distanciar-se dessas representações hiper-sexualizadas. Se, de facto, existisse o perigo de uma colagem acrítica a essas figuras, teríamos adolescentes a tentarem ser mais rápidos que uma bala ou a saltar arranha-céus num só pulo...


Fontes:
«Gender Differences in Comics» by Trina ROBBINS, 2002 (in English)
«Bande dessinée: bien vu et malentendu» by Paul BLETON, 2002 (en Français)

Junta-te à tribo dos sexUtópicos

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O sexUtopia já tem uma twibo - um grupo do twitter, na página do twibes. Em http://www.twibes.com/group/sexUtopia, podes juntar-te a este grupo, para fazeres parte da discussão à volta da sexualidade, que aqui acontece. Se tens uma conta no Twitter e queres fazer parte desta twibe, basta ires à página da tribo. Clicando em join, passas a fazer parte deste grupo. Se preferires, podes publicar um tweet com http://twibes.com/sexUtopia e passas automaticamente a fazer parte. Depois, sempre que publicares um tweet com as palavras "sexutopia", "sexualidade" ou "sexo", ele aparece na página da Twibe. Podes também actualizar o Twitter directamente da página do Twibe, e nesse caso o tweet (mesmo sem nenhuma daquelas palavras), é publicado na página da http://twibes.com/sexUtopia. Explicar é mais complexo do que fazer (como noutras coisas). Por isso, visita a página desta tribo e decide se queres ser um sexUtópico. Contamos com a tua participação.

Sex Balls

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Uma curiosa adaptação das bolas de exercício.

Ponto G - nunca é demais

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Nunca é demais a informação sobre o Ponto G. Aqui fica um texto ilustrado, muito bom.

Resultados da sondagem - Com que idade perdeste a virgindade?

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Perdi a virgindade

Susannah Breslin - vaqueira invertida

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Entrou para a restrita lista de gurus do sexUtopia. Usa Twitter, Blogger e Tumblr. Deliciem-se.

o azul e o mentol

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És daltónico?
Tens a certeza que consegues distinguir bem os verdes dos azuis? A pergunta impõe-se porque decidi experimentar o lubrificante que me recomendaste. Primeiro fui a uma Área Saúde, não havia. Depois atravessei a cidade à hora de ponta (que não é muito grande, a cidade, mas a ponta é bastante comprida e demorada) e fui à farmácia. Pedi o lubrificante Play azul. Dirigi-me a casa para fazer uma surpresa ao meu amor que já estava à minha espera. A fila de trânsito interminável deu-me tempo para ler a literatura da embalagem. Não dizia que provocava efeito refrescante, era só "intensificador de prazer" ou qualquer coisa do género. Mais abaixo dizia então para experimentar também a versão calor e a versão refrescante. Ora bolas, trouxe o frasco errado! E foste TU que me induziste em erro. Depois lembrei-me do centro comercial a caminho de casa, pus-me a inventar caminhos estranhos para fugir ao trânsito e lá cheguei. Reparei que no supermercado o lubrificante era dois euros mais caro que na farmácia e decidi visitar farmácia do centro. Finalmente encontrei o que queria, o lubrificante refrescante e… VERDE! Quando muito, verde azulado, mas VERDE! Levei-o. Já eram horas de jantar quando cheguei a casa, mas depois de saciar a fome e tomar um banhinho, lá fomos fingir que víamos um filme, que não por acaso era bastante aceso (Lie with me, recomendado por uma amiga, mas não me perguntes se era bom porque não vi metade e achei-a fraquita). Pegámos no frasco VERDE e lá experimentámos um pouco ao de leve, no meu sexo. Assim que aquilo tocou na pele mais sensível, ardeu que se fartou. Qual fresco, qual carapuça, parecia piri-piri! (Não que eu já tenha experimentado piri-piri ali, mas se faz o efeito que faz na boca, imagina no sexo!) Comecei a abanar-me, a tentar fazer-lhe chegar ar fresco, mas não resultou. NÃO TE RIAS, NÃO TEM PIADA NENHUMA! Apeteceu-me gelo, mas como havia mais gente em casa, não queria explicar porque é que precisava de gelo em pleno inverno. Fui para a casa de banho passar o sexo por água fria e finalmente encontrei algum alívio. Sabes aquele efeito de chupar rebuçados de mentol e beber água a seguir? Imagina esse efeito nas partes íntimas. Deviam explicar que aquilo resulta muito melhor quando combinado com água fria. Após esta experiência, decidi moderar a quantidade e assim correu tudo lindamente. Às tantas já só cheirávamos a mentol, as mãos, as bocas, as mamas… Agora já sei, sempre que quiser dar uma queca com sabor a mentol… Ainda sinto o cheiro e o sabor na junção dos dedos…

Depois experimentei o azul. A textura é muito melhor, mais densa, tipo gel, assemelha-se bastante aos fluidos naturais. Não tem cheiro, é transparente, fresquinho, mas não refrescante, funde-se bem com a pele, é muito eficaz.
O mentol funciona lindamente no verão, combinado com um duche de água fria. Então se depois usares um óleo de massagem de cacau... estás a ver After Eight?

Tanto um como outro funcionam lindamente com preservativos porque são à base de água.
Andei a consultar os sites da Durex, e encontrei alguns links interessantes, se quiseres, dá uma olhada:

Have fun!
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h

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No son pocas las novelas que, al intentar internarse en la cartografía de la sexualidad masculina, empiezan, y con frecuencia terminan, con el desnudo femenino. Las formas y recovecos de cuerpo de la mujer, sus reacciones y características más nimias han formado parte del repertorio del casanova que, de tanto ver hacia fuera, y precisamente por hacerlo, invisibiliza su propio cuerpo. Muchas de las narraciones masculinas sobre la sexualidad masculina parten de ese básico supuesto (que en realidad es una treta): como el cuerpo masculino heterosexual es la regla básica, éste se disuelve en una transparencia omnipresente. Por eso es significativo que El Jardin Devastado de Jorge Volpi empiece bajo las sábanas, con un cuerpo enclenque que se repite: “Orino, luego existo”.